COMO VOCÊ SE SENTE?
Veja abaixo algumas queixas comuns no atendimento clínico.
01.
DEPRESSÃO
A depressão afeta aproximadamente de 4% a 5% da população mundial (OMS - 2026). É uma enfermidade que pode provocar intenso sofrimento psíquico e desinteresse pela vida. A psicoterapia pode contribuir para a elaboração de uma transformação que alivie os sintomas e construa uma nova realidade pessoal.
02.
ANSIEDADE
Este transtorno atinge 18,6 milhões de brasileiros segundo a OMS (2026). Há alguns níveis de ansiedade que podem gerar crises, impactando diretamente no convívio social. O autoconhecimento aliado à alguns tratamentos que aliviam os sintomas são fundamentais para superar este quadro. A ansiedade pode deixar de ser protagonista da sua vida dando espaço para o bem estar.
03.
AUTOESTIMA BAIXA
Geralmente é associada à depressão, principalmente quando há um sentimento de insatisfação permanente. Pode ser fruto de uma infância marcada por abandono, indiferença, falta de respeito e carinho das pessoas próximas. É caracterizada por sentimentos de inadequação, insegurança e dúvidas sobre o próprio valor. Felizmente nossa autoestima pode ser aperfeiçoada.
04.
VÍCIO E ADICÇÃO
Esta condição leva o indivíduo a ser dominado pela sua vontade e seus desejos, aprisionado na relação com o objeto, uma compulsão que condiciona suas ações na direção da dependência. Pode provocar grande sofrimento psíquico, perturbador a ponto de comprometer o convívio familiar e social. De acordo com a intensidade é recomendado acompanhamento psicoterapêutico e psiquiátrico.
05.
PSICOSSOMÁTICA
A compreensão da doença como símbolo pode abrir caminhos na psique individual para um encontro com as necessidades e carências da alma, contribuindo desta maneira para uma relação mais saudável entre corpo e mente. A psicoterapia pode ajudar trazendo à consciência do indivíduo associações entre a doença e seus sentimentos e emoções.
06.
LUTO
Cada pessoa vive o luto à sua maneira. É comum como resultado de uma perda importante, um sofrimento que por vezes nos trás a sensação de fim, ausência e desestrutura. Algumas circunstâncias podem dar o tom deste sofrimento, como a cultura que o indivíduo está inserido e a maneira como ocorreu a perda. O mais importante é que seja aceito, vivido e compartilhado.
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